10 emoções que as pessoas tentam evitar, mas deveriam usar para seu autodesenvolvimento

Devemos cultivar nosso jardim

Voltaire

Muitas vezes sentimos emoções negativas, emoções que se não soubermos como tirar o melhor delas, podem nos levar a destruição e ruína. O grande desafio é aprender identificá-las e saber extrair lições e soluções para elas.

 

Tony Robbins é um famoso escritor que identifica em seu livro: Desperte o seu Gigante Interior 10 destas emoções primárias, que provavelmente todos nós já sentimos em algum momento da vida.

 

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Vamos conhece-las:


  1. Desconforto

 

 

O desconforto apesar de não gerar uma carga de intensidade alta em nosso organismo gera uma sensação de que as coisas não estão indo bem. Por exemplo: acredito que todos estejam vivendo atualmente algum tipo de desconforto com esta situação mundial de pandemia.

Como todas as emoções se não forem resolvidas, a sensação de desconforto poderá se intensificar e gerar mais dor. Então, nossa imaginação e expectativa podem tornar a dor dez vezes mais intensa do que tudo que podemos experimentar na vida real.

Sendo assim, o desconforto serve para nos fazer ter ação, criar enfrentamento, faz com que tenhamos que escolher, decidir o que é melhor para nós.

Desenvolver a habilidade de aprimorar ações e decidir é muito importante para nosso desenvolvimento, faz com que mude a maneira como nos sentimos em relação a qualidade dos resultados que conquistamos em nossas vidas.

Quando uma ameaça parece ser maior do que ela realmente é, se temos a expectativa de dor, em níveis intensos, desenvolvemos sinal de ação.

O tédio, impaciência, apreensão, aflição ou um embaraço brando transmitem a mensagem de que algo não está muito certo e talvez a maneira como percebemos as coisas estejam desviadas.


  1. Medo

Preocupação intensa, apreensão, ansiedade, pavor e até mesmo terror são níveis de emoções ligadas ao medo. Nosso organismo está nos alertando para algo que vai acontecer em breve. A maioria das pessoas se comportam de forma a se entregar intensamente ao medo ou a ignorar. . 

Fingir que o perigo não existe ou se entregar ao medo a ponto de amplifica-lo pode realmente gerar problemas. Mas às vezes, assumir sabendo que fez tudo o que era possível para se preparar para aquilo que teme, é assumir uma posição de antídoto ao medo, e que a maioria dos medos na vida raramente se realiza.

O enfrentamento e a exposição são o melhor remédio para o combate do medo, um bom remédio é analisar aquilo de que sente medo e avaliar o que fazer para se preparar mentalmente. Quando se fez tudo o que se podia fazer para enfrentá-lo e mesmo assim ele persistir, devemos assumir uma decisão de fé.


  1. Mágoa

A mágoa pode ser muito específica, parece estar entre a campeã nos relacionamentos humanos, tanto pessoais como profissionais. Quando sentimos a emoção de mágoa ela geralmente parece estar associada ao sentimento de perda. É muito comum pessoas magoadas descarregam suas emoções nas outras.

A mágoa nos diz que a expectativa não foi correspondida, ela aparece com a falta de cumprimento de palavras, uma perda de intimidade com a pessoa e confiança.

Só que na realidade, talvez a mágoa faça com que a pessoa não perceba o impacto de suas próprias ações na sua vida. 

Reavaliar a situação e se questionar se houve uma perda real ali, ou se é julgamento precipitado é uma boa alternativa, conversar de uma forma elegante e apropriada sobre seu sentimento em relação a pessoa envolvida também pode ajudar a esclarecer as coisas. Se a mágoa persistir ela vai se transformar em raiva.

Uma reflexão que na realidade você pode não ter perdido coisa alguma e talvez o que precise perder seja a falsa percepção de que essa pessoa está tentando feri-la ou magoá-la.

Será que não estou julgando a situação de forma precipitada e com excessivo rigor?

Dizer a pessoa envolvida de um jeito elegante e apropriado, seu sentimento de perda em relação ao ocorrido.


  1. Raiva 

Raiva contempla da irritação ligeira ao ressentimento de fúria. Geralmente ela quer nos dizer que uma norma ou padrão importante que sustentamos por toda a vida foi violado, até mesmo por nós mesmos.

A presença de raiva é uma excelente oportunidade para reavaliar nossas crenças pessoais se são irracionais ou não, afinal, não somos o centro do universo. 

Afinal de contas, o que podemos aprender com ela? Se ela não for sanada pode gerar frustração.


  1. Frustração

Iniciamos o comportamento de frustração em momentos que sentimos que estamos cercados por bloqueios em nossas vidas, enviamos um esforço incessante, mas não recebemos recompensas.

Isso significa que seu cérebro acredita que poderia estar se saindo melhor, a solução do problema está ao seu alcance, mas que tudo o que você fez até agora não funcionou e precisa mudar seu comportamento para alcançar o objetivo.

Significa que temos que nos tornar flexíveis.


  1. Desapontamento

O desapontamento pode ser uma emoção bastante destrutiva, e se faz necessário lidar com ela o mais rápido possível.

É um sentimento do tipo: “fui deixado na mão”, de que sempre vamos perder algo para sempre. Sempre que esperamos mais do que recebemos, ficamos tristes, e isso é o desapontamento.

As vezes é necessário mudar as expectativas para que elas se tornem realidade. Um bom exemplo é quando nos empenhamos tanto por algo que não acontecerá por vários motivos que não estão sob nosso controle.  A melhor forma é iniciar uma ação para alcançar de imediato um novo objetivo. Aprender com a situação para não se repetir no futuro. 

Ter um plano B sempre. 


  1. Culpa

As emoções de culpa, remorso e arrependimento estão entre os sentimentos que os seres humanos mais evitam na vida. São emoções dolorosas que experimentamos, mas possuem uma função valiosa.

A culpa significa que violamos nossos padrões mais elevados e temos que fazer alguma coisa imediatamente para que não voltemos a violar no futuro. Quando a dor está vinculada de forma suficiente a um comportamento, tentamos mudá-lo. É uma pena que muitos tentam lidar com seu sentimento de culpa por negação e supressão.

Infelizmente algumas pessoas conseguem derrotar a si mesmas, mental e emocionalmente, porque sempre deixam de corresponder aos padrões que se fixaram, em quase todas as áreas da sua vida. Neste caso as pessoas experimentam o sentimento de inadequação.


  1. Inadequação

Inadequação é um sentimento de desmerecimento e ocorre sempre que não conseguimos fazer alguma coisa que deveríamos fazer, simplesmente isso representa uma inabilidade para tarefa pertinente ao momento. São necessários um esforço em desenvolver mais informação, compreensão, estratégias, instrumentos de adaptação ou confiança. É sempre importante em primeiro lugar, compreender porque estamos nos sentindo inadequados para depois tomar uma ação a respeito.

  1. Sobrecarga ou sufoco

Sentimentos de pesar, depressão e desamparo fazem parte de sentimentos de sobrecarga e sufoco. Quando não há nenhum significado fortalecedor para algo que ocorreu sentimos um pesar, geralmente está ligado a situações que estão fora de nosso controle.

  1. Solidão

Qualquer coisa que nos faz sentir sozinhos, apartados ou separados remete ao sentimento de solidão. Sentir solidão significa que você precisa de uma ligação com as pessoas. Algumas pessoas confundem isso com ligação sexual ou intimidade imediata, mas depois sentem-se frustradas. Por isso é necessário compreender que você pode se projetar e estabelecer uma ligação imediatamente, existem pessoas interessadas em toda parte. Identificar que tipo de ligação é necessário, talvez uma amizade simples para conversar com alguém ou simplesmente uma pessoa com quem possa rir.

Lembrar a si mesmo que a coisa sensacional em ser solitário é o fato de que “Eu realmente me importo com as pessoas e adoro ter companhia”.

 

 

Coronavírus a solta: como manter equilibrio emocional em tempos de quarentena e isolamento?

A importância de manter saúde mental durante a pandemia.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou Pandemia global no dia 11/03 e o Brasil teve seu primeiro paciente identificado, e até então os casos só vêm aumentando.

O Coronavírus (COVID-19) já atingiu transmissão comunitária, isto é, o vírus já não está mais entre pessoas que tiveram contato com pacientes vindos de outros países, e sim com contaminações entre pessoas que contraíram o vírus aqui no Brasil.

Especialistas da área dizem que o número de infectados irá crescer exponencialmente, o que poderá ocasionar o contágio de milhares de pessoas em pouco tempo por todo o Brasil. 

O vírus está se espalhando entre nós assim como a  quantidade massiva de informações (e também desinformações) por meios de comunicação como jornais, noticiários, internet, mídias sociais e grupos de mensagens gerando medo, ansiedade, pânico e angústia na população. O número de incertezas e as constantes notícias sobre a pandemia podem ser muito informações para assimilar.

Preocupar-se com as notícias é coerente e até mesmo desejável para estarmos em segurança, mas, para muitas pessoas, isso pode aumentar alguns problemas já existentes. 

Entretanto o medo e o pânico coletivo podem fazer com que as pessoas ignorem as recomendações de evitar aglomerações e aderir quarentenas; assumir tratamentos sem qualquer embasamento científico e esgotarem recursos básicos de uma região, como mercados e farmácias, sem necessidade.

É muito importante manter o equilíbrio emocional.

Enfrentando a quarentena

A quarentena pode apenas ser um momento diferente no nosso dia a dia, obviamente ninguém gosta de quebrar a rotina e hábitos e atividades sociais. Aproveite para dar mais atenção às pequenas coisas e simples da vida e da sua casa. Talvez assistir aquela série que você tanto gosta, ou até mesmo ter mais tempo para estudar, fazer um curso online ou ler um livro.

Todos estamos passando pela mesmo estresse

A melhor coisa a se fazer é não julgar, todos estão vivendo a mesma situação, com formas de enfrentamentos diferentes, uns com mais medo, outros mais ansiosos e preocupados, outros mais solidários como os idosos, mas a realidade da pandemia está presente no aqui e agora para todos.

Limite-se e seja criterioso com as notícias que têm acesso

Infelizmente existe muita gente dedicada a espalhar o pânico com fake news, então tenha fontes seguras de informação, não acredite em notícias absurdas e estabeleça um horário se possível para checar as informações. Precisamos desafogar nossas cabeças com o excesso de informações para mantermos um mínimo de equilíbrio mental.

Se for para divulgar alguma notícia, que seja positiva!

Desligue-se um pouco das redes sociais

Ficar falando sobre a doença o tempo todo pode acabar aumentando a sensação de medo e, até mesmo, aflorar o pânico. Isso pode ser chamado de gatilho, que é quando algo ou alguém desperta uma sensação ruim em outra pessoa piorando doenças já existentes, como a ansiedade e a síndrome do pânico. 

Se for necessário, saia de grupos de mensagens. Seus amigos e familiares irão entender os seus motivos. Mas, mesmo saindo dos grupos, não perca o contato com as pessoas. 

Continue conectado com as pessoas que são queridas mesmo em quarentena

Envie mensagens de carinho para as pessoas, pergunte sobre como elas estão, coisas do dia a dia, isso faz muito bem, lembre-se que o isolamento apenas é físico.

Evite comentários sobre o Covid-19. 

Seja criativo com demonstrações de afeto.

Faça exercícios em casa mesmo

 

Exercícios  comprovadamente liberam endorfinas que ajudam a relaxar e diminuir a ansiedade, ajudam no sono, inclusive a nos alimentarmos melhor.

Existem muitas formas de fazer exercícios em casa, desde um treino funcional até mesmo um simples alongamento, mas procure não exagerar.

Aprenda o que é necessário sobre a prevenção da doença e siga em frente. 

 

 

Em quarentena, mantenha suas mãos sempre lavadas com muita água e sabão. Devido a certa escassez no mercado, e a certo abuso de preços, utilize o álcool gel somente quando necessário, ou seja, assim que retornar a casa após ir ao mercado: peça a alguém que higienize suas mãos, sacolas, volante e maçaneta da porta do carro.

A vida continua igual, perceba que nada mudou do que deveria ser em relação a hábitos de higiene. Sempre soubemos que não podíamos coçar os olhos ou levar as mãos sujas em nossas bocas.

Sempre nos foi ensinado que devemos proteger ao espirrar ou tossir.

Então estamos tornando mais conscientes hábitos salutares que talvez antes não dávamos tanta atenção.

Tudo passa, até mesmo esta crise vai passar

Em decorrência da real necessidade de isolamento, diversos serviços estão sendo cancelados ou adiados, afetando muitos atendimentos presenciais, incluindo os psicológicos. Alternativas para continuar ou iniciar um tratamento psicológico e a mais acessível e prática no momento é sem dúvida a online.Este modelo tem a vantagem de permitir fazer a terapia de onde você estiver, e no horário que lhe for melhor.

Com certeza passaremos por isso juntos!!!

Como vencer o cansaço mental

Quantas vezes fomos incapazes de criar e ter novas ideias? Surpresos por não conseguir desenvolver um pensamento linear? O cansaço nem sempre é físico, e muitas vezes a fadiga mental nos impede de ir além das atividades rotineiras. Os pensamentos podem ser positivos, criativos, negativos e desnecessários. Uma pessoa saudável, realiza cerca de 50.000  destes pensamentos ao dia, o que se estivermos mentalmente cansados, dificilmente manteremos o foco.

 

O que é foco?

Steve Jobs, sempre nos disponibilizou coisas magníficas, desde a área de tecnologia até citações. No período em que adoeceu, ele escreveu muitos textos interessantes que foram divulgados na mídia. Algumas sobre suas reflexões de vida, e dentre essas citações houve uma sobre nosso tema e que fez muita gente refletir. 

Disse Jobs: – Foco é dizer não.

 

O que são pensamentos ruminantes?

Pensamentos ruminantes, são pensamentos bloqueadores que afetam nosso autoconhecimento. Geralmente estão ligados a pensamentos do passado, gerando incerteza e angústia e esgotando nosso cérebros.

Conflitos internos, dúvidas e falta de adaptabilidade geram em nós inflexibilidade de pensamentos e dificultam nosso enfrentamento aos problemas do dia a dia. 

É importante compreender que flexibilidade mental é aceitar que nem tudo que planejamos vai sair a risca. Imprevistos e dificuldades sempre vão existir, e aceitar esta possibilidade é saber encarar as mudanças de forma mais otimista e com menor frustração, colocando suas chances de entrar em estafa mental bem menores.

 

A sociedade do cansaço

 

“Em um livro de filosofia coreana chamado: Sociedade do Cansaço, publicado no Brasil em 2015 pela editora Vozes, Byung-chul Han aponta como causas de fadiga o excesso de  estímulos e a coerção do próprio indivíduo para com si próprio.Patologias neurais – como depressão, transtorno do déficit de atenção com síndrome de hiperatividade (TDAH), Transtorno de Personalidade Limítrofe (TPL), ou Síndrome de Burnout (SB). Serão as doenças que definirão o século XXI”.

 

O filósofo aponta também que todas estas doenças nascem a partir de uma coisa em comum: O excesso de positividade. Para Han, a sociedade do século XXI não é mais a sociedade disciplinar, mas uma sociedade do desempenho.

 

Como saber se estou com cansaço mental?

  • Falta de controle das emoções

Segundo estudos Maltew Walker, neurocientista do transtorno do sono, um cérebro cansado é 60% mais propenso a reagir de forma descontrolada frente a situações negativas. Então, surtos de raiva, choros descontrolados, frustrações  fazem parte de uma labilidade emocional que levam ao descontrole emocional. 

 

  • Insônia e esgotamento físico

É científico que dormir mal provoca efeitos negativos em todo o corpo, inclusive de forma cognitiva. Estar cansado mentalmente dificulta um sono reparador e de qualidade.

 

  • Falta de concentração

Falta de foco, energia e interesse ficam cada vez mais frequentes, tornando-se inclusive um hábito. Esquecer coisas simples como o nome de uma pessoa ou onde deixou algum objeto acabam sendo rotineiras.

 

  • Falta de energia

A lentidão e inércia acabam tomando conta de nosso corpo. Frequentar uma academia ou começar uma atividade ou projeto  diferente viram em procrastinação.

 

7 formas óbvias de lidar com o cansaço mental

Todas as pessoas estão sujeitas a stress e frustração, e aqui vão 7 formas óbvias de lutar contra esta armadilha.

  1. Dieta saudável e equilibrada
  2. Faça exercícios físicos
  3. Exercite a criatividade
  4. Escreva sobre as coisas que te incomodam realizando perguntas para você mesmo.
  5. Não guarde suas preocupações só para você
  6. Administre tempo de trabalho e lazer no dia a dia
  7. Tenha algum profissional que ajude a cuidar de você, seja no âmbito de saúde emocional ou física. 

 

O caminho é criar uma reflexão e conscientização das medidas que precisamos tomar, para não cairmos nas armadilhas mentais que prejudicam tanto nosso organismo e saúde.

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Não trace objetivos sem entender a importância de Mente Sã e corpo São

Quantos objetivos você traçou para este ano? Provavelmente aquela lista de livros que estão em sua meta, a academia que você não irá faltar, talvez um novo emprego ou começar um novo empreendimento, guardar dinheiro para aquela viagem dos sonhos ou aquele carrão que você tanto deseja ou simplesmente ficar mais com os filhos e família.

Além de todas as metas pessoais, precisamos dar conta das responsabilidades do dia a dia, e talvez cuidar de tudo e de todos, mas  quem cuida da gente?

Desde 2014, a Campanha Janeiro Branco vem buscando chamar a atenção das pessoas para a importância de temas como “saúde mental”, “saúde emocional”, “psicoeducação”, “educação emocional”, “subjetividade humana”, “sentido da vida”, “relações saudáveis” e de tudo o mais que vise a promoção do bem-estar psíquico e da qualidade de vida.

Você cuida da sua paz interior?

Paz, calma, fé e alegria são pensamentos positivos essenciais para a nossa qualidade de vida e bem-estar, tanto físico quanto mental. Os bons sentimentos ajudam na homeostase dos nossos órgãos, gerando mais força, ânimo e energia para o dia a dia.

A frase em latim “Mens sana in corpore sano” foi dita por um poeta romano chamado Juvenal, durante o primeiro século antes de Cristo. Essa frase significa “mente sã em corpo são” .O corpo e mente estão conectados, influenciando um ao outro continuamente, seja para  as boas coisas da vida, ou para o mal.

A Medicina Tradicional Chinesa também ensina esta relação das emoções com os órgãos. Cada órgão possui uma emoção relacionada, afetando de forma positiva ou negativa em nossa saúde. Já não é novidade que práticas como acupuntura e meditação, também ajudam a manter uma saúde mental mais harmônica.

Mas para isso faz-se necessário dar pausas para diminuirmos a pressão interior, que no fundo somos nós mesmo que criamos e  nos impomos. 

“Segundo dados da Organização Mundial de Saúde – OMS, em 2019 o Brasil se tornou o país com o maior número de pessoas que sofrem de ansiedade – 18,6 milhões de brasileiros, o que corresponde a 9,3% da população – e 2020 é o ano em que a depressão será a doença mais incapacitante em todo o mundo”.

Aspectos da vida humana como: o biológico, o psíquico, o social e o espiritual devem nos alertar para um autocuidado e auto compreensão, pois somos seres sistêmicos, e isso implicará diretamente em nossa qualidade de vida.

Hábitos saudáveis como: boa alimentação, sono em dia, prática de esportes são essenciais para saúde mental. Não  há como separar a saúde mental dos cuidados corporais bem como do cultivo de bons relacionamentos sociais e da atenção com a sua espiritualidade. Mas as vezes só isso também não basta. Determinadas circunstâncias vão exigir ajuda profissional para alcançar um estado de equilíbrio, bem-estar e satisfação na vida, mesmo com todos  os desafios.

Sempre esteja atento a você mesmo, as suas auto necessidades, se for preciso pare, não hesite em procurar ajuda caso ache necessário, revise suas metas e divida em metas de curto prazo (1 semana), metas de médio prazo (1 a 2 anos) e metas de longo prazo ( de 5 a 10 anos), isso fará com que você não se pressione tanto por algo que possa ser inalcançável em um curto espaço de tempo.

E o mais importante: lembre-se que nosso corpo fala, reclama.